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Defesa repudia “ilação de ilicitude” contra Ciro
Publicado em 07/05/2026 11:48
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A defesa de Ciro Nogueira (PP-PI) se manifestou há pouco após o senador do Centrão ter sido alvo de operação da Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (07), na 5ª fase da operação Compliance Zero, que investiga as fraudes do Banco Master, de Daniel Vorcaro.

 

Segundo a PF, o presidente nacional do PP “instrumentalizou o exercício do mandato parlamentar em favor dos interesses privados” de Vorcaro. Também aponta que Ciro atuou pelo dono do Master “em troca do recebimento de vantagens econômicas indevidas”.

 

Em nota, a defesa do parlamentar diz que “repudia qualquer ilação de ilicitude” sobre as condutas de Ciro e que o senador se coloca “à disposição [da Justiça] para esclarecimentos”.

 

PF aponta “mesada” de Vorcaro a Ciro: “Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?”

Os advogados finalizam dizendo que “medidas investigativas graves e invasivas tomadas com base em mera troca de mensagens, sobretudo por terceiros, podem se mostrar precipitadas e merecem a devida reflexão e controle severo de legalidade, tema que deverá ser enfrentado tecnicamente pelas Cortes Superiores muito em breve, assim como ocorreu com o uso indiscriminado de delações premiadas”.

 

 

 

Foto: Pedro França/Agência Senado

Na casa do senador, Kakay, um dos advogados de Ciro, também comentou sobre a operação da PF:

 

 

 

LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA:

“A defesa do Senador Ciro Nogueira repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar.

 

Reitera o comprometimento do Senador em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados, colocando-se à disposição para esclarecimentos.

 

Pondera, por fim, que medidas investigativas graves e invasivas tomadas com base em mera troca de mensagens, sobretudo por terceiros, podem se mostrar precipitadas e merecem a devida reflexão e controle severo de legalidade, tema que deverá ser enfrentado tecnicamente pelas Cortes Superiores muito em breve, assim como ocorreu com o uso indiscriminado de delações premiadas.

 

Antônio Carlos de Almeida Castro – Kakay

Roberta Castro Queiroz

Marcelo Turbay

Liliane de Carvalho

Álvaro Chaves

Ananda França

 

Almeida Castro, Castro e Turbay Advogados”

 

 

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