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Flávio parabeniza De la Espriella: ‘Vitória do bem sobre o mal’
Publicado em 22/06/2026 10:53
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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) parabenizou na noite de ontem (21) o candidato da direita à presidência da Colômbia, Abelardo de la Espriella, que venceu a disputa de acordo com a 1ª contagem de votos divulgada pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) colombiano.

Flávio parabeniza De la Espriella: 'Vitória do bem sobre o mal'

 

“Parabéns ao Abelardo el Tigre, novo presidente de Colômbia. As agendas de direita seguem triunfando em toda América, porque lutamos contra as organizações narcoterroristas, contra a corrupção, contra o aumento de impostos e lutamos para que nossas nações sejam livres e prósperas”, afirmou o senador em espanhol em vídeo publicado nas redes sociais.

 

“Sua vitória é a vitória do bem sobre o mal, que Deus te dê sabedoria, saúde e força para governar bem a Colômbia e fazer o bem ao povo colombiano, que Deus o abençoe sempre com coragem”, completou.

 

 

De la Espriella já havia obtido vantagem no primeiro turno e aparecia como favorito nas pesquisas para o segundo. Durante a campanha, recebeu apoio de lideranças da direita latino-americana, como Javier Milei, da Argentina, e José Kast, do Chile, além do presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

 

A vitória marca o retorno da direita ao governo da Colômbia após a gestão do ex-guerrilheiro Gustavo Petro, primeiro presidente de esquerda da história do país, e reforça a expansão de governos conservadores na América Latina.

 

Com 47 anos, De La Espriella disputou pela primeira vez um cargo eletivo. Empresário e advogado criminalista, é filiado ao partido Defensores da Pátria e fez da pauta de segurança o eixo central de sua campanha.

 

Durante a disputa, ganhou projeção como principal opositor de Petro e defendeu propostas alinhadas a líderes como Nayib Bukele, de El Salvador, e Javier Milei, da Argentina. Entre as medidas apresentadas estão o endurecimento da legislação penal, a ampliação do sistema prisional e o reforço das operações de segurança pública.

 

A campanha ocorreu em meio ao desgaste do governo Petro, com críticas concentradas na condução da economia e na escalada da violência no país.

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