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Milei terá agenda com Tarcísio durante visita ao Brasil
Publicado em 21/07/2026 11:21
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O presidente da Argentina, Javier Milei, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), terão uma agenda conjunta nesta semana. A informação foi confirmada por fontes do Palácio dos Bandeirantes.

A publicação nas redes sociais de Milei foi feita logo após a vitória do conservador José Antonio Kast (Partido Republicano) nas eleições presidenciais do Chile

 

O encontro ocorrerá durante a visita de Milei ao Brasil para participar da convenção nacional do PL, marcada para o próximo sábado (25), em São Paulo. O evento oficializará a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.

 

Os governos brasileiro e argentino ainda não divulgaram detalhes sobre a pauta da reunião. A expectativa é que novas informações sejam anunciadas nos próximos dias.

 

A presença de Milei na convenção do PL havia sido confirmada pelo próprio presidente argentino em entrevista concedida no último dia 10 de julho.

 

“No dia 25, viajo para o Brasil, a convite do candidato a presidente Flávio Bolsonaro, e vou.”

 

 

A comitiva argentina será composta pelo ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno, pela secretária-geral da Presidência, Karina Milei, e pelo intérprete Enrique Luis de Boero Baby.

 

Inicialmente, Milei também pretendia visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro durante a viagem. Na mesma entrevista, afirmou:

 

“Vou estar em São Paulo e vou dar uma passada também por Brasília para cumprimentar o Jair Bolsonaro.”

 

No entanto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa de Bolsonaro para autorizar a visita.

 

A decisão foi fundamentada nas novas medidas cautelares impostas ao ex-presidente, entre elas a proibição de receber visitas por 30 dias, após Moraes entender que houve descumprimento das restrições relacionadas à comunicação externa. A defesa sustentou que Bolsonaro não tinha conhecimento de que uma carta escrita por ele seria divulgada nas redes sociais, argumento rejeitado pelo ministro.

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